sábado, 29 de novembro de 2014

Exercício Físico e Envelhecimento Saudável

É notório o fenômeno do envelhecimento da população nos países em desenvolvimento, tendência já consolidada nas nações desenvolvidas, devido a uma série de fatores socioeconômicos e tecnológicos, permitindo um aumento da expectativa de vida. No Brasil observa-se essa tendência, inclusive com previsões de aumento substancial de idosos a partir de 2025.
Essa expectativa de crescimento na população idosa implica em maior demanda por serviços de saúde, confrontando-se com um sistema de saúde com déficit orçamentário e com vários problemas que o torna ineficiente. Associado a isso, temos os efeitos do desenvolvimento industrial, que permitiu o surgimento dos grandes centros urbanos, que trouxe como consequência profundas modificações na sociedade. Os indivíduos tornaram-se mais competitivos, ansiosos e preocupados com a sobrevivência. O tempo tornou-se escasso para a prática de atividades físicas associadas a mudanças dos hábitos como alimentação inadequada, obesidade e tabagismo, que são determinantes na deterioração de uma vida ativa e funcional1.
Por outro viés, o envelhecimento da população é o reflexo da melhoria nas condições de vida da nossa população. Entretanto, nos coloca numa situação preocupante, pois esse fenômeno exige respostas mais eficazes para mais ofertas de serviços e produtos de saúde que façam frente às doenças crônicas inerentes ao envelhecimento populacional.
Nesse sentido, os exercícios físicos entram como importante fator prevenção, retardamento ou até mesmo como tratamento de vários agravos crônicos mais comuns em idosos. Doenças crônicas tidas como “do envelhecimento”, a saber, câncer, doenças cerebrovasculares, diabetes, hipertensão, artrite, osteoporose, baixa visão, demência, depressão, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), dentre outras, podem ser prevenidas, e, em algumas situações, retardadas pela prática de exercícios físicos.

Definição e classificação de idosos

São considerados idosos pessoas acima de 65 anos, existindo subclassicações dentro desse grupo, levando em consideração a idade cronológica, a idade fisiológica e presença ou não de patologias.
Com isso, segundo KOPILER (1997), uma maneira simples de classificação é aquela que divide os idosos com base na idade cronológica: “idoso jovem” (65 a 75 anos de idade), “idoso médio” (75 a 85 anos) e “muito velho” (maior que 85 anos). Essa classificação ignora as diferenças potenciais de indivíduos da mesma faixa etária, que apresentem características fisiológicas bem diferentes. Pelo fato de existirem diferenças interindividuais de treinamento físico, saúde e genética, essa análise nos dá muitas vezes uma falsa impressão da verdadeira capacidade funcional do idoso.
A classificação funcional conseguiu reunir os grupos de modo mais uniforme, principalmente quando o objetivo é a prescrição de um programa de treinamento. O “idoso jovem” é considerado o grupo de pessoas que estão livres das responsabilidades com cuidados de filhos, geralmente aposentados e que podem viver de forma independente, com pouca ou nenhuma restrição a atividades físicas. O “idoso médio”, em face do aumento da incapacidade física, como resultado de doença crônica, ou pelos efeitos da idade, ou ambos, necessita de uma maior assistência em suas atividades diárias. Já os “muito velhos” são aqueles totalmente dependentes, necessitando de suporte de familiares devotados, ou enfermagem treinada, ou muitas vezes internados em instituições para maiores cuidados. 1
Por último, é importante a divisão dos idosos em grupos com e sem patologia, como também a identificação desta. A programação de uma atividade física será bem diferente para um idoso saudável, quando comparado com coronariopatas ou indivíduos com restrição de movimentos por problemas articulares. 1

Prescrição de exercícios

A prescrição de exercícios para os idosos não diferem muito dos demais, salvo algumas adequações ou restrições devido as limitações osteoarticulares (em caso de patologias nesse sistema) ou patologias cardiorrespiratórias.
O acompanhamento médico é imprescindível para avaliação clínica, testes e exames que direcionem o profissional na prescrição de exercícios adequados para cada situação específica.
Nesse aspecto, o teste ergométrico é de grande valia, uma vez que permite estratificação de risco para doença coronária; prescrição de exercícios; determinação da capacidade física inicial; comparação com reavaliações após período de atividade física; modificação dessa prescrição no caso de alteração do quadro clínico ou por mudança na medicação que possa interferir de maneira importante na frequência cardíaca ou por parâmetros hemodinâmicos.
Os tipos de exercícios são variados podendo ser caminhadas, natação, ciclismo, hidroginástica, dentro outros. Recomenda-se que a intensidade seja gradativamente aumentada, sempre considerando a avaliação individual para que haja de fato uma melhoria na qualidade de vida, e não o contrário.

Vantagens para o idoso

Sobre os benefícios da atividade física para o idoso, KOPILER (1997) traz dados de outros trabalhos que verificaram melhora significativa na aptidão física, sinalizando alteração positiva no padrão cardiorrespiratório; diminuição dos níveis tensionais em idosos hipertensos; melhora nos reflexos osteomusculares; retardamento da osteoporose, principalmente em mulheres. KOPILER (1997) acrescenta ainda efeitos positivos no âmbito psicológico do idoso, como aumento da autoestima e confiança, permitindo maior interação dos idosos na sociedade.
GUALANO (2011) destaca a eficácia dos exercícios físicos no tratamento de primeira escolha para doenças típicas de idosos, como diabetes, hipertensão, osteoartrite, obesidade, etc. Além disso, o fortalecimento muscular e ósseo tem reflexo na qualidade funcional do idoso, tornando-o independente por mais tempo, evitando quedas e fratura de colo de fêmur, assim associando longevidade com funcionalidade.

Considerações finais

Pelos trabalhos consultados, depreende-se que não restam dúvidas sobre os benefícios da atividade física para o idoso, pairando discussões apenas sobre como implementar tais exercícios nesse grupo. O importante é saber que algo deve ser feito nesse rumo, compreender que os exercícios serão um ingrediente fundamental nessa massa de idosos que já existe e que está por vir. Os exercícios vão permitir longevidade com qualidade de vida, diminuindo a sobrecarga nos serviços de saúde.

        Referências

KOPILER, Daniel Arkader. Atividade física na terceira idade.  Rev Bras. Med. Esporte.  Vol. 3, Nº 4, 1997.

GUALANO B, TINUCC T. Sedentarismo, exercício físico e doenças crônicas. Rev. bras. Educ. Fís. Esporte, São Paulo, v.25, p.37-43, dez. 2011 N. esp. 39.

http://www.abcdasaude.com.br/medicina-esportiva/exercicios-na-terceira-idade

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/encontros-o-globo-saude-e-bem- estar/exercicios-sao-os-maiores-aliados-na-terceira-idade-13995446

ARGENTO, Rene de Souza Vianello. Benefícios Da Atividade Física Na Saúde E Qualidade De Vida Do Idoso. Acessado em file:///C:/Users/cleiso/Downloads/ArgentoRenedeSouzaVianello_TCC%20(1).pdf

9 comentários:

  1. No Brasil, os idosos (pessoas com 60 anos ou mais) representam 8,6% da população do País. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da década de 1990 para os anos 2000, a população de terceira idade no Brasil cresceu 17%. O País tem hoje cerca de 20 milhões de idosos. Em 2025, esse número deve passar para 32 milhões de pessoas. Para evitar doenças e ter uma boa qualidade de vida é preciso ter uma alimentação adequada, com a presença de frutas, verduras, leite e vitaminas, já que o idoso tem naturalmente falta de vitamina B. O exercício físico para aumento da força e da massa muscular está diretamente relacionado à saúde do idoso. Idosos ativos diminuem a probabilidade de desenvolverem doenças crônicas e ainda melhoram os seus níveis de aptidão física e disposição mental. O processo de envelhecimento se dá no momento em que nascemos até os últimos dias de nossas vida. Viver mais e melhor dependerá do estilo de vida que cada um levará no decorrer da vida. Uma pessoa que pratica atividade física regularmente desde sua juventude, retardará este processo de envelhecimento, já aqueles que levam uma vida sedentária e irregular, fuma, bebe, se alimenta mal, dorme mal e se expõe excessivamente ao sol, acelerarão o processo de regressão do seu organismo. Como consequência diminuem a massa muscular aumentando a gordura corporal, diminuindo a capacidade respiratória , e da frequência cardíaca. A pratica de esporte, então, é fundamental ao idoso e como ao jovem para ter uma velhice saudável.

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  2. O acelerado processo de envelhecimento da população é observado no Brasil e no mundo. O envelhecimento é um processo que provoca alterações e desgastes em vários sistemas funcionais, que ocorrem de forma progressiva e irreversível. O momento em que estas transformações ocorrem, quando passam a ser percebidas e evoluem, diferencia-se de um indivíduo para o outro. Na verdade cada pessoa envelhece de forma diferente. O envelhecimento não é só cronológico, é também biológico, funcional, psicológico e social. Entretanto em idades mais avançadas as limitações funcionais, tais como cognição, equilíbrio, perda de força muscular, bem como surgimento de doenças crônico-degenerativas intensificam se ocasionando perda da capacidade funcional. Os resultados desses fatores é a diminuição da capacidade funcional, gerando uma maior dependência em realizar as atividades da vida diária. O estilo de vida ativo ajuda na manutenção e aumento da capacidade funcional dos idosos. Atualmente os estudos indicam que há benefícios significativos na qualidade de vida dos idosos com a prática regular de exercícios físicos. Podemos citar o aumento de massa muscular, diminuição de quedas, melhoria do controle postural, psicossociais, cognição, saúde mental entre tantos outros benefícios. Aliás os benefícios dos exercícios físicos para saúde mental vem sendo estudado bastante nos últimos anos principalmente utilizando os conceitos da neurociência. Antes de qualquer prescrição de exercícios físicos para idosos é importante uma avaliação pré-participação. Avaliação que deve começar com o médico e constar o educador físico avaliando as condições físicas e funcionais do idoso. As atividades mais indicadas segundos os estudos baseiam-se em quatro alicerces: exercícios de Força Muscular (Musculação); exercícios Aeróbios; exercícios de Flexibilidade; e exercícios de Equilíbrio ou exercícios funcionais. Outras atividades apresentam bons resultados como a hidroginástica, pilates e yoga.

    Fonte: http://www.estudioqualivida.com.br/dicas-de-saude/23/atividade-fisica-e-envelhecimento-saudavel

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  3. O processo natural de envelhecimento é caracterizado por alterações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e psicológicas que levam a uma redução da capacidade de adaptação do indivíduo ao meio ambiente, que terminam por levá-lo a morte. De acordo com o senso realizado e divulgado no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2010) “são consideradas pessoas idosas aquelas que possuem 60 anos de idade ou mais”. O número de idosos vem crescendo devido à evolução da ciência, que possibilita a elas um envelhecimento saudável, permitindo também a realização de exercícios
    físicos e atividades recreativas. Atividades estas que são necessárias na vida de todas as pessoas visando uma melhor expectativa de vida e uma vida mais saudável. Pessoas idosas que não são adeptas aos exercícios físicos estão mais vulneráveis aos acidentes do dia a dia. Pelo fato de não ter mais o equilíbrio necessário, a força não corresponder às necessidades, a resistência não permite que se execute qualquer movimento acima da sua condição. Sendo assim, se eleva o risco de uma queda ao tomar banho ou ao caminhar em algum piso irregular. Com o passar dos anos estas pessoas tendem a ficarem sedentárias, agravando ainda mais a situação, não tendo mais disposição para se movimentar, praticar qualquer atividade ou até mesmo para sair de sua residência. Isso poderá causar doenças crônicas e degenerativas aumentando o caso de pessoas incapacitadas para a prática de atividades cotidianas. Assim, é imprescindível a prescrição de exercícios físicos para cada situação específica em cada idoso, visto que o fato desta faixa etária está longe do sedentarismo reduzirá bastante as eventuais doenças que podem acometê-los no decorrer do envelhecimento, principalmente doenças crônicas.

    Referência: http://www.unifebe.edu.br/revistadaunifebe/2011/artigo028.pdf

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  4. Exercícios físicos estão entre as coisas mais saudáveis que você pode fazer a si mesmo, porém alguns idosos são relutantes em praticá-los. Alguns têm medo que exercícios físicos sejam muito extenuantes ou que possam prejudicá-los. Estudos mostram que exercícios físicos são seguros para todas as faixas etárias e que idosos prejudicam mais sua saúde ao não praticá-los.
    Um estilo de vida sedentário pode fazer com que os idosos tenham perdas em quatro áreas importantes para sua saúde e independência: força, resistência, equilíbrio e flexibilidade. Pesquisas sugerem que exercícios físicos podem ajudar idosos a manter ou restaurar parcialmente essas quatro áreas.
    Envelhecer não significa que a pessoa deva perder a habilidade de fazer tarefas diárias. Exercícios físicos ajudam idosos a sentirem-se melhores e aproveitar mais a vida, até para aqueles que se acham muito velhos ou fora de forma. Melhorar a força e resistência torna mais fácil subir escadas e carregar coisas. A melhoria no equilíbrio ajuda a prevenir quedas. Ficar mais flexível pode acelerar a recuperação de lesões. Se você fizer dos exercícios físicos parte das sua rotina diária, eles terão impacto positivo nas sua qualidade de vida à medida que envelhece.

    http://www.copacabanarunners.net/exercicios-idosos.html

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  5. O blog foi muito interessante na medida em que trabalhou o tema central “exercício físico”, na perspectiva de um idoso, apresentando todos os passos que devem ser seguidos para que tal atividade seja feita de forma sadia, garantindo o bem-estar e evitando prejuízos, frisando-se a importância do teste ergométrico, na medida em que ele permite estratificação de risco para doença coronária, prescrição de exercícios, determinação da capacidade física inicial, comparação com reavaliações após período de atividade física, e diversos outros ganhos mostrados na postagem. É importante saber que com o controle das doenças infecto-contagiosas e a melhora na qualidade de vida, a expectativa de vida e o número de pessoas que atingem a terceira idade tendem a aumentar. Dentre os fatores que têm contribuído para este fenômeno estão, sem dúvida, a preocupação pelo estilo de vida e o incremento da atividade física. O envelhecimento vem acompanhado de uma série de efeitos nos diferentes sistemas do organismo que, de certa forma, diminuem a aptidão e a performance física. No entanto, muitos destes efeitos deletérios são secundários à falta de atividade física. Por esta razão a prática do exercício físico regular torna-se fundamental nesta época da vida. Todavia, a prescrição de exercício deve ser individualizada, já que as alterações morfológicas e funcionais que acontecem nesta época requerem atenção especial. As atividades físicas mais recomendadas são as atividades aeróbicas de baixo impacto (caminhar, natação, ciclismo, hidroginástica), que estão associadas com menor risco de lesões. Fundamental incrementar a força muscular, já que sua perda é associada com instabilidade, quedas, incapacidade funcional e perda de massa óssea. Bem orientado, um programa de treinamento muscular adequado traz grandes benefícios para o idoso. A atividade física regular na terceira idade proporciona múltiplos efeitos benéficos a nível antropométrico, neuromuscular, metabólico e bioquímico, na medida em que funciona como tratamento de doenças e ocasiona bem-estar, e psicológico, o que além de servir, como já dito antes, na prevenção e tratamento das doenças próprias desta idade (Hipertensão arterial, enfermidade coronariana, osteoporose, etc.), melhora significativamente a qualidade de vida do indivíduo e sua independência. Além desses efeitos já conhecidos, pesquisas recentes mostram os efeitos benéficos da atividade física sobre a incidência de câncer (principalmente de cólon e do sistema reprodutivo na mulher) e na longevidade das pessoas. Iniciada precocemente, alguns autores reportam incremento de até 2,5 anos na expectativa de vida em função de participação em um programa de exercício físico regular. Assim, provavelmente além de oferecer melhor qualidade de vida, a atividade física, proporciona mais anos de vida. Os tipos de exercícios são variados podendo ser caminhadas, natação, ciclismo, hidroginástica, dentro outros, e são possibilitados em parte, como o exemplo da caminhada e do ciclismo, por algumas medidas governamentais que facilitam tais práticas, como a construção de ciclovias, e a implantação de academia ao ar livre, que tem grande acesso para a terceira idade, e promove a saúde, em seu mais alto grau. Aguardo novas postagens.

    Fonte:
    http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=186195&indexSearch=ID

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  6. Tem-se observado que os idosos ativos melhoram a sua capacidade cognitiva, porém são poucos os profissionais da saúde que utilizam o exercício físico como um mecanismo de melhoria na memória do idoso. Cabe lembrar que pela prática regular e sistemática do exercício físico, o organismo libera maior concentração de hormônios da hipófise anterior (beta-adrenérgicos), que proporcionam a sensação de prazer e de bem-estar, diminuindo e prevenindo condições depressivas. Outro aspecto relevante é que, com o envelhecimento, é muito comum que a rede social diminua devido à aposentadoria, ao isolamento social e à perda de amigos e de familiares. Essa condição atualmente é vista como um fator agravante das condições de saúde, pois aumenta o sedentarismo e facilita as doenças emocionais, como a depressão. Participar de grupos de atividade física contribui para o aumento da rede social e do autocuidado, o que permite ao idoso uma nova visão do processo do envelhecimento. A relação entre a imunologia e o exercício físico também é importante.

    http://www.minhavida.com.br/saude/materias/3815-a-importancia-da-pratica-de-exercicios-fisicos-para-o-envelhecimento-saudavel

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  7. "Os efeitos do exercício físico para a saúde tem sido amplamente estudados e reconhecidos. São fartamente documentadas alterações fisiológicas em pessoas que praticam atividade física com regularidade – como redução do nível de glicose no sangue, metabolização mais eficaz de gorduras, diminuição da pressão arterial e da freqüência cardíaca de repouso. É notório também quanto a pratica contribui para a diminuição da incidência de doenças como diabetes, infarto e acidente vascular cerebral. Décadas de estudo evidenciaram que o exercício tem também inegáveis efeitos ansiolíticos e antidepressivos, isto é, a prática de atividade física esta significativamente relacionada à diminuição da ansiedade, depressão, stress e ao aumento da autoestima" Tal trecho reconfirma o que foi abordado no post, sempre reiterando a importância da prática de atividades físicas pela população. No caso dos idosos, a ajuda com a prevenção de doenças crônicas é fundamental, já que elas atingem boa parte dessa faixa etária.
    fonte:http://www.cmba.org.br/dicas/saude/atividade-fisica-melhora-o-desempenho-mental

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  8. O blog vem mostrando em todas as postagens os grandes benefícios da atividade física à toda a população. A sociedade moderna vem apresentando um estilo de vida não muito saudável, devido à correria do dia-a-dia, houve aumento do consumo dos alimentos enlatados e dos fast-foods. A isso soma-se o sedentarismo, tabagismo, alcoolismo e o stress. Todos esses fatores tem levado ao aumento das doenças crônicas, especialmente nos idosos, e a atividade física mostra-se como uma aliada na prevenção e no controle dessas doenças.
    A prática do exercício físico melhora a força e o tônus muscular, auxilia no fortalecimento dos ossos e das articulações, reduz o peso, e ainda provoca redução nos níveis pressóricos e glicêmicos, além de atuar na redução do colesterol total.¹
    Desse modo, a prática de atividade física pode melhorar a qualidade de vida dos idosos e até mesmo aumentar a sua expectativa de vida.
    Referência
    1 - http://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/4772/-1/importancia-da-atividade-fisica.html

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